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Agentes da PRM acusam oficiais do Comando Geral de corrupção

A última edição do semanário Magazine Independente trouxe muitos temas quentes, um dos quais falava sobre corrupção na Polícia da República de Moçambique (PRM) no processo de recrutamento de agentes para aquela corporação.

Segundo a fonte acima citada, mesmo que o candidato reúna todos os documentos e critérios exigidos, o mesmo deve pagar 15 mil meticais para obtenção de uma vaga na Polícia de Protecção.

Os agentes daquela corporação acusam os oficiais do Comando Geral da PRM de fazer uso da sua posição para práticas ilícitas que prejudicam a própria instituição.

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O semanário foi mais longe, ao avançar que os oficiais “monopolizam” vagas para novos ingressos e recrutam pessoas com capacidade aquisitiva, pois, para além de 15 mil meticais, para concorrer a uma vaga na Academia de Ciências Policias, ACIPOL, são-lhes exigidos mais 50 mil meticais.

Agastados com a situação, os agentes apelam ao Gabinete de Combate a Corrupção a tomar medidas tendentes alterar o quadro actual no processo.

Quando questionado sobre o assunto, o Comandante Geral da PRM, Jorge Khálau, disse não ter conhecimento da situação.

“Essas pessoas devem dirigir-se ao meu gabinete, expondo os factos e nós tomaremos as devidas medidas. O meu gabinete está aberto para receber essas denúncias”, disse Khálau citado pelo Magazine Independente.

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