BIZARRO

Frelimo acusa Renamo de ter simulado ataque contra comitiva de Dhlakama

Dois dias depois do atentado contra a caravana de Afonso Dhlakama, o partido Frelimo Resolveu reagir numa conferência de imprensa concedida ontem, o mesmo considerou que a Renamo e o seu líder não sofreram ataques, mas tudo não passava de uma simulação, procurando pretexto para uma guerra.

“O senhor Dhlakama, durante todo este tempo, ficou à espera de pretexto para voltar à guerra e como esse pretexto nunca chega, mesmo com os actos de provocação às autoridades, agora é ele mesmo que inventa o pretexto com a simulação de um ataque”, disse o porta-voz da Frelimo, Damião José, citado pela Lusa.

Segundo Damião José, “haverá alguma dúvida de que o simulado ataque, em Manica, é mesmo obra de um malandro como o senhor Afonso Dhlakama?”.

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O porta-voz da Renamo referiu-se ao facto de o líder da Renamo ter inicialmente imputado a autoria do ataque à Unidade de Intervenção Rápida (UIR) e mais tarde admitido que não podia ser preciso em relação à proveniência dos disparos, acusando vagamente a Frelimo.

“O senhor Dhlakama não precisa de todo este teatro para trazer ao de cima a sua postura belicista. Ela é-lhe intrínseca e o povo moçambicano sabe que a única coisa que ele sabe fazer é a guerra, é a destruição de bens e a morte de cidadãos”, acrescentou Damião José.

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Questionado sobre a existência de provas de que carros da caravana da Renamo foram atingidos a tiro, o porta-voz da Frelimo retomou uma versão avançada pela polícia em Manica no domingo, alegando que terá sido ouvida uma explosão de uma roda de uma das viaturas da caravana e uma colisão entre viaturas da delegação, que supostamente precipitaram uma reacção dos homens armados do movimento.

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